Sendo há muito um problema de saúde pública, a temática do suicídio necessita ser urgentemente desmistificada. Afinal, pergunta-se: "O que leva uma pessoa a tirar a sua vida?" Para isso...Não existe uma resposta pronta, feita. Aqui vale a máxima "cada caso é um caso", ou melhor, cada pessoa tem os seus motivos, e eles não devem ser subestimados. No entanto, existe um denominador comum a todos aqueles que cometem este ato: algum tipo de dor... algum tipo de sofrimento.
Por conseguinte, a grande maioria das pessoas que comete suicídio deseja 'matar' sua dor, e não a si.
Muito fala -se sobre mitos e verdades acerca do suicídio, e isto é extremamente importante, uma vez que muitos pensam que falar sobre suicidio pode estimular o ato. E, na verdade, não! Falar sobre o suicídio pode ser a porta de entrada para que este não aconteça.
Então, como podemos conduzir uma conversação com quem está dando sinais de que quer tirar sua vida?
Por conseguinte, a grande maioria das pessoas que comete suicídio deseja 'matar' sua dor, e não a si.
Muito fala -se sobre mitos e verdades acerca do suicídio, e isto é extremamente importante, uma vez que muitos pensam que falar sobre suicidio pode estimular o ato. E, na verdade, não! Falar sobre o suicídio pode ser a porta de entrada para que este não aconteça.
Então, como podemos conduzir uma conversação com quem está dando sinais de que quer tirar sua vida?
1) É adequado escolher um ambiente tranquilo para conversar
(Locais com ruido podem atrapalhar a conversa, resultando em palavras mal-entendidas)
(Locais com ruido podem atrapalhar a conversa, resultando em palavras mal-entendidas)
2) Chegar amistosa e calmamente, mostrando - se disponível a pessoa que necessita de ajuda.
3) Muitas vezes a maioria das pessoas não nota os sinais de alerta que a outra 'emitiu'. Logo, se você 'repara', conversar pode salvar uma vida.
4) Perguntar a pessoa o que está acontecendo, e dizer a ela, dizer a ela que pode falar sobre o problema, que você está ali para ajudar.
5) Alertar a rede de apoio (família, amigos); orienta-los a procurar atendimento psicológico e/ou psiquiatrico ao sujeito em sofrimento.
6) Conforme a gravidade do risco, deixar a pessoa sempre acompanhada, em um ambiente seguro, livre de objetos que ofereçam algum risco.
É! Como percebe-se, no que tange ao suicídio, não estamos trabalhando de forma preventiva. Sim! Todas as minhas orientações são essenciais para quando o problema já está instalado. Todavia, pode-se mudar o foco dentro da Psicologia e trabalharmos mais com prevenção dentro da saúde mental, a fim de que, cada dia menos, a sociedade seja acometida por psicopatologias que levem ao suicidio.
7) ...PREVENÇÃO AO SUICÍDIO....
8) "Saúde sem saúde mental não é saúde."
Viviane Peter Casser
Psicologa
Psicologa
CRP 07/24449
Abraço carinhoso, Viviane.
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